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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

BRASILEIRO TRAI SEM PRESERVATIVO !


Titulo original:
Pesquisa revela que brasileiro trai e muitos não usam preservativo
Texto: Pamela Oliveira


Rio - Boa parcela dos brasileiros que têm relacionamentos estáveis trai seus companheiros. Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, cerca de 7,1 milhões (16%) de homens e mulheres — dos 43,9 milhões que vivem com companheiros — admitiram que fazem sexo fora do casamento. E o pior: 63% não usam preservativos quando são infiéis, segundo a ‘Pesquisa sobre Comportamento, Atitudes e Práticas Relacionadas às
DSTs e Aids da População Brasileira (PCAP)’, divulgada ontem. O estudo mostra ainda que o número de brasileiros que fizeram sexo casual com mais de cinco pessoas no ano anterior mais do que dobrou em quatro anos. Em 2004, 4 em cada 100 admitiram a prática. Agora, eles são 9.

“A pesquisa mostra que homens e mulheres com relações estáveis não estão isentos de ter relacionamentos casuais. Boa parte dos que têm um relacionamento estável, seja um casamento formal ou não, faz sexo fora do casamento. O dado preocupante é que, quando se faz sexo com uma terceira pessoa sem preservativo, se está colocando a vida de si próprio e do companheiro em risco”, alerta Eduardo Barbosa, diretor-adjunto do Departamento de DST/Aids do ministério.

>>Você acha seguro marcar encontros com alguém pela Internet?<< Comente

Ela não é a única. Segundo o levantamento, realizado com amostragem de 8 mil pessoas com idades entre 15 e 64 anos, entre as mulheres que traem seus companheiros 75% não usam preservativo. Já entre os homens, 57% traem sem medo de ser contaminados por doenças sexuais.
“Gostaríamos que toda a população usasse preservativo sempre, inclusive os casados.
Mas sabemos que isso seria um mundo ideal. Então, nossa proposta é que as pessoas usem o preservativo pelo menos nas relações não estáveis. As pessoas podem ter o direito de ser infiéis, mas deveriam se preocupar com a possibilidade de contaminar seu companheiro”, afirma Barbosa.

A falta de cuidado se mantém entre os solteiros. Na PCAP de 2004, 51,6% afirmavam usar preservativo sempre que faziam sexo com parceiros eventuais. O percentual caiu para 46,5% no ano passado.
A pesquisa confirmou o que os ciumentos já vinham há muito tempo percebendo: a Internet como facilitadora de sexo eventual. Entre os homens, 10,3% admitem ter feito sexo com alguém que conheceram na Internet. Quando o recorte é por faixa etária, 10,5% dos jovens (15 a 24 anos) já fizeram sexo com alguém que conheceram da Internet.
“Uma coisa nova que surge é a Internet como espaço de encontro, o que vai exigir do governo novas estratégias para lidar com essa realidade”, afirmou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, durante a apresentação do estudo. “Em sites de relacionamento, como Orkut, nos blogs e outros espaços na rede mundial de computadores, o ministério vai ter de entrar e levar informações, discutir, entrar em debates. Qual é a informação central? Não pode haver relacionamento sem uso de preservativo. O preservativo é a maneira mais segura de se prevenir a infecção com o vírus HIV”, lembra. Segundo Barbosa, a preocupação é o sexo eventual desprotegido. “No mundo virtual você pode tudo. Quando se encontram, vão direto para as relações casuais e acabam se expondo às doenças.”




CAMISINHA, VELHA CONHECIDA

A boa notícia é que o brasileiro tem informação. Mais de 95% sabem que o uso do preservativo é a melhor forma de se evitar a contaminação pelo HIV. Segundo o ministério, esse é um índices mais altos do mundo. Pesquisa realizada em 64 países indicou que 40% dos homens e 38% das mulheres com idades entre 15 e 24 anos têm a informação.
Jovens são os que mais se protegem
A faixa etária de 15 a 24 anos é a campeã no uso de preservativos. Na última relação sexual com parceiros casuais, 68% destes jovens usaram camisinha, enquanto nos maiores de 50 anos a proporção não chega a 38%. Com parceiros fixos, 30,7% dos jovens costumam usar camisinha. “Os jovens de hoje nasceram na era da Aids, por isso a relação com o preservativo é mais habitual”, diz Mariângela Simão, diretora do Departamento de DST e Aids do ministério. Segundo o estudo, quanto mais jovem, maior a chance de usar — a cada ano a mais de idade, diminui em 1% a chance de a pessoa usar camisinha.
“Minha maior preocupação são as DSTs. Acho importante até com namorada”, diz o universitário Rodrigo Cunha, 19, que usa preservativo desde sua 1ª vez. Também estudante, Pedro Soares, 19, defende o sexo seguro nas relações eventuais. Ele, porém, reconhece que quando entra em relação duradoura abre mão da camisinha. “Não tenho namorada, mas se tivesse não usaria”, diz Pedro, que revela já ter saído com mulheres que pediram para não usar.



quarta-feira, 20 de outubro de 2010

GUIA TURISMO SEXUAL ?

Assista esse vídeo polêmico, e comente!

Sobre o guia "Rio for Partiers" (Rio pra Festeiros) do autor Cristiano Nogueira,

que a Embratur solicitou seu recolhimento por considerar que o livro
estimulava o turismo sexual e expunha “o povo brasileiro a situação vexatória”,
o guia ressurge nas prateleiras das livrarias cariocas. O leitor, porém,
não irá encontrar ali as três páginas que causaram a revolta do governo,
onde o autor classificava as mulheres cariocas por estilos,
descrevendo, segundo o tradutor que os caras da Embratur foram arrumar,
o grupo das “popozudas” como ”máquinas de sexo”!





domingo, 17 de outubro de 2010

Brasileiros em busca de sexo no Gringolândia

No "Manual do Cafajeste" (pra Mulheres) encontramos essa historia:
Titulo original:
Brasileiros no exterior (part I)


Essa última viagem que fiz foi um pouco diferente das que eu estava habituado. Isso porque,
como vocês já sabem, eu estou namorando e ir para o exterior compromissado nunca esteve nos meus planos. O que não quer dizer que eu só viajava com o único intuito de comer uma gringa, mas digamos que era algo que me atraia. Agora nessa viagem, eu aproveitei o meu “estado civil” para aprofundar minha análise como espectador e não ator.
Bom, antes de viajar para Budapeste, uns amigos que moram lá e que me abrigaram em sua casa já tinham cantado a bola, “Cafa, se prepara que isso aqui é uma Babilônia”. Achei que fosse mais um daqueles tantos “alertas” que eu recebia antes de viajar para fora, mas que ao chegar ao local era tudo balela. Porém, não foi o caso.
Assim que cheguei na sexta-feira a noite, eles já me colocaram em um esquenta e começaram a contar as histórias de putaria. Por incrível que pareça, as húngaras e gringas em Budapeste são muito mais fáceis e acessíveis que as brasileiras, mas eu ainda acreditava que aquilo era conversa de brasileiro, eu precisava ver pra crer. E vi.
No dia seguinte, a única coisa que eu pensava era, essa garota deve estar morrendo de vergonha e vai se jogar da janela quando se lembrar o que fez. Mas que nada! As duas tomaram café da manhã com a gente na sala e rasgaram elogios para os brasileiros, “Olha o corpo de vocês, olha os olhos, vocês tem pegada, tem sensualidade”. Apesar de eu não ter pegado, nem preciso dizer que depois de tantas viagens malfadadas, senti uma pontinha de
felicidade e orgulho de macho bobo brasileiro.Fomos a uma balada que fica embaixo do prédio deles. Eram 6 brasileiros e sempre que algum colava em uma húngara ou gringa e falava que era brasileiro, ouvia-se uns gritinhos e risos maliciosos. O grande truque não era iniciar uma conversa ou falar frases bonitas, era chegar encoxando, mostrando virilidade e jogo de cintura, isso adido ao fato de ser brasileiro, já garantia 80% de sucesso na empreitada. 3 dos brasileiros se engraçaram com duas irlandesas e de repente sumiram do lugar. Eu e mais dois ficamos mais um tempo bebendo e resolvemos voltar para o apartamento. Ai eu vi a Babilônia.
Vou poupar vocês de cada detalhe, mas em linhas gerais, um dos brasileiros levou uma irlandesa para o quarto e ficou por lá. Sim, a matemática não fecha. Sobraram 2 brasileiros e uma irlandesa. Digamos que os 3 se entenderam no meio da sala e ao chegar pude observar de camarote que a garota parecia um ama de leite sentada na mesa e amamentando dois homenzarrões. Eu e os outros 2 brasileiros caímos na gargalhada com a cena e ela ainda nos convidou para participar, mas ignoramos.
No mesmo dia fomos ao shopping e mais massagem de ego estava por vir. Não quero bancar o gostosão e achar que sou uma parada, mas estava impossível. Juro para vocês, de 10 garotas que passavam, 8 olhavam com cara de safada e desejo e 5 mexiam ou seguiam. Um dos caras que mora lá me disse que não era incomum ele conhecer uma garota na rua e já levar pra casa para finalizar. Ai eu quis entender essa mecânica e o motivo das mulheres serem tão fáceis lá (sendo que são maravilhosas) e alguns lugares (como no Brasil) as mulheres serem tão difíceis (e muitas vezes meia boca).
Percebi que os homens lá são lerdos, não carinhosos e sem pegada, quase não chegam nas mulheres. E por isso, elas precisam ser mais ativas (e segundo os brasileiros, são ativas até na cama) e ai ficam todas derretidas quando chega um cara com mais pegada e gentil. Já no Brasil, grande parte dos homens vai com sangue nos olhos na mulherada, a concorrência e disputa são grandes e ai aquela garota que não é tudo isso, é mais exigente com os homens que se aproximam.
Outro ponto que me chamou a atenção é que muitas mulheres “fáceis” lá, são extremamente inteligentes e articuladas. Em uma das noites teve uma festa de despedida de um cara lá e em um determinado momento ficamos conversando (homens e mulheres) na cozinha. Fiquei impressionado. A maioria das “piriguetes húngaras” tinha cérebro e sabia conversar desde política até assuntos do cotidiano internacional. Eu ficava pensando comigo, quando que no Brasil isso seria possível. Piriguete aqui no máximo vai saber discutir sobre o último eliminado do BBB.

E por falar em mulheres no exterior, tive um gostinho do que são algumas mulheres brasileiras vivendo na Europa e porque a fama delas cresce lá. O meu vôo de volta de Milão para São Paulo foi um circo. Havia uma dezena de travestis e mulheres vulgares embarcando. Uma delas parecia um outdoor ambulante brasileiro vestindo do tênis ao gorrinho roupas com a bandeira do Brasil, outras com os peitos pulando para fora do decote em uma cidade que fazia -2 graus Celsius, sem contar a imensa massa de oxigenadas-salto alto-barriga de fora-masca chiclete.
Já dentro do avião, como estava friozinho, coloquei um casaco bonitão que comprei na Eslováquia. Ao sentar na poltrona percebi uma movimentação irrequieta na poltrona ao lado. Tinha um judeu na ponta e ao lado dele uma oxigenada-salto alto-barriga de fora-masca chiclete. A garota tentava puxar assunto com o coitado, mas como ele parecia ortodoxo, não dava muita bola. Logo, percebi que ela queria me incluir na conversa, mas eu não estava com o mínimo saco de falar sobre o carnaval em Olinda (onde ela iria passar) e demais assuntos banais de um cérebro atrofiado.
Infelizmente se tornou impossível a não comunicação com ela, pois devido ao meu casaco, ela achou que eu fosse gringo e começou a tentar falar inglês (sofrível) comigo. Ao perceber que eu era brasileiro, ela me passou o seu Ipodre para ouvir uma música especial “I got a feeling”, dando a entender que a noite seria “a good good night” cantada safada, mas bem sacada. Levantei para tomar um vinho atrás do avião e ela veio atrás…